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As investigadoras do CIES-Iscte, Sónia Pintassilgo e Violeta Alarcão, que estudam a justiça social e reprodutiva em Portugal, partilharam com a AI que as pessoas em situação migratória irregular "tendem a enfrentar barreiras adicionais no acesso a cuidados reprodutivos, como a contraceção e os cuidados pré e pós-natais"