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Carla Moleiro, investigadora do Iscte, associa a quebra registada em 2025 ao contexto social atual. Em declarações ao Público, refere o “aumento que temos testemunhado de discurso ‘antigénero’ e ‘antitrans’”, sublinhando que a maior visibilidade do discurso de ódio nos últimos anos pode “criar algum receio nas pessoas e nas famílias”.