Apresentação

O Conselho de Curadores tem como competências:

  • Eleger o seu presidente;
  • Aprovar os Estatutos do estabelecimento de ensino, sob proposta de uma assembleia estatutária com a composição prevista no artigo 172.º da Lei n.º 62/2007, de 10 de Setembro, e sujeitá-los a homologação do ministro da tutela do ensino superior;
  • Proceder à homologação das deliberações do conselho geral de designação e destituição do reitor, apenas podendo a recusa de homologação ocorrer caso se verifiquem as condições expressas no n.º 6 do artigo 86.º da Lei n.º 62/2007, de 10 de Setembro;
  • Propor ou autorizar, conforme disposto na lei, a aquisição ou alienação de património imobiliário da instituição, bem como as operações de crédito;
  • Nomear e destituir o conselho de gestão;
  • Homologar as deliberações do conselho geral relativas a:
    • Aprovação dos planos estratégicos de médio prazo e o plano de acção para o quadriénio do mandato do reitor;
    • Aprovação das linhas gerais de orientação da instituição no plano científico e pedagógico;
    • Aprovação das linhas gerais de orientação da instituição no plano financeiro e patrimonial;
    • Aprovação dos planos anuais de actividades e apreciação, do relatório anual das actividades do Instituto;
    • Aprovação da proposta de orçamento;
    • Aprovação das contas anuais consolidadas, acompanhadas do parecer do fiscal único.

Composição

Ana Benavente

É doutorada, desde 1985, em Ciências da Educação pela Universidade de Genève. Investigadora no CeiEF-Centro de Estudos e Intervenção em Educação e Formação, coordenadora do Observatório de Políticas de Educação e Formação e professora nos cursos de mestrado e doutoramento em Educação, na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.Foi assistente da U.Genève, investigadora no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa na área da Educação, Secretária de Estado da Educação (1995-2001) nos XIII e XIV governos constitucionais, deputada à Assembleia da República (1995-2005), responsável pela Comissão de Educação, Cultura e Ciência. Tem vasta intervenção internacional:Após vários anos ligada à formação de professores na Faculdade de Ciências de Lisboa, aposentou-se em 2009. Conduziu projetos de investigação-ação e vários estudos sobre exclusão escolar e coordenou o primeiro Estudo Nacional de Literacia. Vice-presidente (eleita pela Europa) do Conselho Geral do BIE (Bureau International de I’Éducation), UNESCO, Genève (2001-2005). Membro do Comité do CERI (Centre pour la recherche et l’innovation) da OCDE (1996-2002). Deputada à Assembleia da República (1995-2005). Secretária de Estado da Educação (1995-2001) nos XIII e XIV governos constitucionais. Representante governamental junto de agências internacionais na Europa, África, América, Austrália e Japão. Tem uma vasta obra publicada e centenas de participações em Colóquios, Conferências e Congressos, nacionais e internacionais. Atualmente, prossegue atividades de consultoria internacional.

António Saraiva

Foi eleito pela primeira vez Presidente da CIP — Confederação Empresarial de Portugal em 2011 e reeleito em 2014. Membro da Direção da CIP — Confederação da Indústria Portuguesa de 2004 a 2006, vice-presidente de 2007 a 2009 e presidente entre 2010 e 2011. Começou a sua carreira profissional aos 17 anos na Lisnave, empresa onde viria a ser presidente da Comissão de Trabalhadores. Foi diretor e administrador da Metalúrgica Luso -Italiana. Foi membro da Direção da Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos de Afins de Portugal, de 2001 a 2003, vice -presidente de 2004 a 2006 e presidente de 2007 a 2009. Frequentou o Instituto Superior Técnico.

Carlos Santos Ferreira

É Presidente do Conselho Estratégico Internacional do Millennium BCP. Foi membro do Conselho Geral e de Supervisão da EDP - Energias de Portugal, S.A. e Presidente da Comissão de Governo Societário e Sustentabilidade da EDP. Foi Presidente do Conselho de Administração do BCP e do Conselho de Administração da Fundação Millennium BCP (2008-2012), Presidente do Conselho de Administração da CGD (2005-2008), Vice-Presidente da Estoril-Sol (2003-2005), administrador e Presidente do Conselho de Administração da Império Bonança (1999-2003), administrador e Presidente do Conselho de Administração da Companhia de Seguros Mundial Confiança e Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Banco Pinto & Sotto Mayor (1992-1999). Foi Assistente na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, na Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa e na Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa (1977-1988). É licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. É membro do Conselho de Curadores do ISCTE-IUL desde 2009.

José António Pinto Ribeiro

É licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, em 1969, com a classificação final de 17 valores. Exerceu funções docentes no Instituto Superior de Economia (1971-1980), na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (1975-1987), na Universidade Autónoma de Lisboa (1987-1993), no ISCTE (1996-1997) e na Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa (1997-2002). Está inscrito na Ordem dos Advogados desde 1971, tendo constituído o seu próprio escritório, J. A. Pinto Ribeiro & Associados, em 1975. Esteve na base da constituição da SIBS, Sociedade Interbancária de Serviços, e da Associação Portuguesa de Bancos. Foi, de 1985 a 2008, membro do Comité Jurídico da Federação Bancária da União Europeia, a que presidiu no quadriénio 1995-1999. Foi administrador não executivo e presidente da mesa da assembleia geral de várias sociedades. Foi representante nacional, como chefe de delegação, do Estado Português na UNCITRAL (United Nations Commission on International Trade Law) em 2007 e 2008. Fundador e Presidente da Direção do Fórum Justiça e Liberdades, associação destinada ao estudo, promoção e defesa dos direitos cívicos em Portugal. Ministro da Cultura do XVII Governo Constitucional (2008-2009); nessa qualidade lançou, entre outros, o programa de estágios INOV-ART. É membro do Conselho Superior do Ministério Público, eleito pela primeira vez em 10 de Dezembro de 2009, pela Assembleia da República, cargo que começou a exercer em 22 de Janeiro de 2010 e para o qual foi reeleito em 16 de Fevereiro de 2016. Foi condecorado com a Ordem da Liberdade, Grande Oficial, (Portugal); com a Grande Cruz de Mérito, com Estrela e Faixa, (República Federal da Alemanha); com a Grande Cruz de Mérito, com Estrela e Faixa (Polónia). Foi distinguido, em 10 de Dezembro de 2013, com a Medalha de Honra da Ordem dos Advogados portugueses. Enquanto estudante, recebeu o prémio Gulbenkian para melhor aluno em ciências jurídico-económicas.

Maria Teresa Carmo Soares Calçada

É licenciada em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi professora de filosofia do ensino secundário, entre 1973 e 1981. Foi técnica do Instituto Português do Livro/Ministério da Cultura entre 1982 e 2007. Em 1986, integrou o grupo de trabalho que definiu os princípios da política nacional da leitura pública, com vista à criação da Rede de Bibliotecas Municipais. Foi Vice-presidente do Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro, até 1996. Nesse ano, participou no grupo de trabalho interministerial que definiu as bases, os princípios orientadores e as linhas de ação do Programa Rede de Bibliotecas Escolares. De 1997 a 2014 foi Coordenadora do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), dirigindo o primeiro programa de política pública nacional de bibliotecas escolares, criado com o objetivo de instalar bibliotecas em escolas de todos os níveis de ensino, concebidas como centros multimédia, disponibilizando aos utilizadores os recursos necessários à leitura, ao acesso e uso da informação em diferentes suportes, com papel central na formação de leitores, na aquisição de competências nas múltiplas literacias, no desenvolvimento pessoal e social, no conhecimento e na cidadania. Foi também Comissária Adjunta do Plano Nacional de Leitura (PNL), de 2005 a 2013. Foi coordenadora do grupo de investigação que realizou o Projeto MILD (Manual de Instruções para a Literacia Digital), na área da promoção da literacia digital dos jovens, patrocinado pela Fundação Calouste Gulbenkian, entre 2015 e 2917. É autora de livros e artigos publicados em revistas de especialidade, participando regularmente em encontros e conferências nacionais e internacionais, com comunicações no âmbito da leitura e das bibliotecas. Atualmente, desempenha o cargo de Comissária do Plano Nacional de Leitura 2027. É ainda dirigente da Associação Voluntários da Leitura, presidindo à Mesa da Assembleia Geral. A 10 de Junho de 2006, recebeu a Comenda da Ordem da Instrução Pública.

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