Perguntas Frequentes

GAES – Gabinete de Acesso ao Ensino Superior

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GAES – Gabinete de Acesso ao Ensino Superior

Formas de Acesso - Diagrama

Formas de Acesso ao Ensino Superior

Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior Público

O concurso nacional de acesso, utilizado pela maioria dos estudantes que conclui o ensino secundário, é a forma de ingresso mais usual no ensino superior público.

No concurso nacional pode-se concorrer até seis pares instituição/curso, isto é, seis combinações diferentes de instituições e cursos, os quais se indica por ordem de preferência.·

Pode apresentar-se ao concurso o candidato que satisfaça cumulativamente as seguintes condições:

  • Ser titular de um curso de ensino secundário português ou de habilitação legalmente equivalente;
  • Realizar, ou ter realizado nos últimos dois anos, os exames nacionais correspondentes às provas de ingresso exigidas para os diferentes pares instituição/curso a que vai concorrer;
  • Ter obtido em cada uma das provas de ingresso fixadas para esse par estabelecimento/curso a classificação mínima fixada;
  • Ter satisfeito e ou realizado, conforme os casos, os pré-requisitos fixados para ingresso nesse par estabelecimento, se exigidos;
  • Ter obtido, na nota de candidatura, a classificação mínima fixada.

Estas condições são divulgadas anualmente no Guia de Candidatura.

O concurso nacional realiza-se no final do ano lectivo e organiza-se em três fases, segundo o calendário anualmente aprovado. Os candidatos poderão concorrer a várias fases do concurso. O número de vagas a abrir em cada curso em cada instituição de ensino superior é fixado anualmente e divulgado no Guia de Candidatura.

As vagas fixadas são colocadas a concurso logo na 1.ª fase do mesmo. Em termos genéricos, nas restantes fases existem as vagas que não foram utilizadas por candidatos colocados e matriculados na(s) fase(s) anterior(es).

Apenas na 1.ª fase, existem contingentes especiais de vagas aos quais estão afectas determinadas percentagens de vagas. Se reunir as condições para algum destes contingentes especiais, concorrerá a uma percentagem de vagas especialmente destinada a esse contingente. Caso não obtenha colocação por esta via, no processo de seriação, concorrerá ainda às vagas do contingente geral. Na 2.ª e 3.ª fases existe apenas um contingente único.

1 - Qual a validade dos exames nacionais como provas de ingresso?

Os exames nacionais podem ser utilizados como provas de ingresso no ano da sua realização, bem como nos dois anos subsequentes – por exemplo se o aluno realizou o exame no ano lectivo de 2007/2008, poderá utilizá-lo até este ano de 2010 (que será o último ano de validade daquele exame).

2. Tenho exames nacionais válidos e pretendo utilizá-los este ano na minha candidatura. Como devo proceder?

Para se poder candidatar em 2010, o estudante deverá obter a ficha ENES actualizada, referente a este ano (documento essencial à candidatura), pelo que, mesmo que não realize qualquer exame em 2010, e pretenda utilizar somente os exames nacionais realizados em anos anteriores, o aluno deverá inscrever-se novamente na escola secundária, no prazo dos exames nacionais, para efeitos de registo e posterior emissão da referida ficha.

3. Pretendo candidatar-me ao ensino superior em 2010. Como poderei utilizar exames nacionais realizados em 2009, para validar as provas de ingresso, se realizei exames da mesma disciplina, na 1ª e 2ª fases dos exames de 2009?

Um estudante que tenha efectuado exames nacionais correspondentes a provas de ingresso na 1ª fase de exames de 2009 e tenha repetido os mesmos exames na 2ª fase desse ano, poderá utilizar a classificação obtida nos exames da 1ª fase de exames no âmbito da 1ª fase da candidatura de 2010, sendo a classificação da 2ª fase de exames utilizada apenas na 2ª fase de candidatura de 2010.

Se, na época de exames de 2010, voltar a realizar os mesmos exames apenas na 1ª fase de exames, poderá utilizar na 1ª fase de candidatura a melhor das classificações obtidas de entre a 1ª fase de exames de 2009 e a 1ª fase de exames de 2010, continuando as classificações obtidas na 2ª fase de exames de 2009 a poderem ser utilizadas apenas na 2ª fase da candidatura de 2010.

No caso de estudantes que efectuaram o exame de uma determinada disciplina como prova de ingresso, apenas na 2ª fase de exames de 2009, muito embora estivessem legalmente habilitados a realizá-lo na 1ª fase de exames, poderão utilizar essa classificação quer na 1ª fase quer na 2ª fase de candidatura de 2010.

Se além daquele exame realizado apenas na 2ª fase de exames de 2009, voltar a realizar exame da mesma disciplina na 1ª fase de exames da época de 2010, então poderá utilizar a melhor das classificações obtidas quer na 1ª fase quer na 2ª fase da candidatura de 2010.

4. Poderei utilizar a senha de acesso à candidatura on-line que me enviaram no ano passado?

Não. Para efectuar a candidatura on-line no corrente ano terá que proceder a um novo pedido de senha.

5. Em que consiste a candidatura ao ingresso no ensino superior?

O ingresso em cada estabelecimento e curso de ensino superior está sujeito a limitações quantitativas, decorrentes do número de vagas fixado anualmente.

O preenchimento das vagas em cada estabelecimento e curso de ensino superior é feito por concurso.

As vagas dos estabelecimentos de ensino superior público são colocadas a concurso através de um concurso nacional organizado pela Direcção-Geral do Ensino Superior.

As vagas para alguns cursos do ensino superior público, dadas as características específicas destes, são colocadas a concurso através de concursos locais, organizados pelos próprios estabelecimentos de ensino.

Por exemplo:

  • Curso superior de Teatro (Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa);
  • Cursos superiores militares (Academia Militar, Escola Naval, Academia da Força Aérea);
  • Ciências Policiais (Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna).

As vagas dos estabelecimentos de ensino superior particular e cooperativo são colocadas a concurso através de concursos institucionais, isto é, de concursos organizados por cada estabelecimento de ensino e limitados aos cursos que ministram.

6. A quantos cursos se pode concorrer no concurso nacional?

Cada estudante pode concorrer a um máximo de seis pares estabelecimento/curso, isto é, a seis combinações de estabelecimento/curso, que indicará por ordem de preferência.

7. Quando e onde se apresenta a candidatura ao concurso nacional?

A candidatura ao Concurso Nacional de Acesso de 2010 é apresentada através do sistema on-line.

Poderão obter apoio nos gabinetes de acesso ao ensino superior correspondentes à área de residência do estudante.

A apresentação da candidatura à 1ª fase do concurso nacional (estudantes que reuniram as condições de candidatura após a afixação dos resultados da 1.ª fase dos exames nacionais e também para estudantes que, nos termos da lei, só reuniram as condições de candidatura após a afixação dos resultados da 2.ª fase dos exames nacionais).

Os estudantes que não reúnam as condições de apresentação à 1.ª fase da candidatura, nos termos referidos no parágrafo anterior, apenas podem apresentar-se à 2.ª fase da candidatura.

Na 2ª fase de candidatura há um único contingente - os estudantes que pretendam beneficiar dos contingentes especiais deverão concorrer na 1.ª fase de candidatura.

Os estudantes podem alterar livremente as suas opções de candidatura dentro do prazo em que decorre a apresentação da candidatura.

8. Resultado da Reapreciação de nota ou da Reclamação

Sempre que o resultado da reapreciação ou da reclamação de uma classificação de um exame nacional do ensino secundário só seja conhecido após o fim do prazo da candidatura, e dele resulte uma alteração da classificação do exame, é facultada, até 3 dias úteis após a respectiva divulgação:

  • a) A alteração da candidatura, aos candidatos que já a tenham apresentado;
  • b) A apresentação da candidatura, aos estudantes que só então reúnam condições para o fazer.

9. O que são os pré-requisitos?

Os pré-requisitos são condições de natureza física, funcional ou vocacional que assumem particular relevância para acesso a determinados cursos do ensino superior.

Compete a cada estabelecimento de ensino superior decidir se a candidatura a algum dos seus cursos deverá estar sujeita à satisfação de pré-requisitos e fixar o seu conteúdo.

Os pré-requisitos podem, consoante a sua natureza, ser eliminatórios, destinar-se à selecção e seriação ou apenas à seriação dos candidatos.

1º Exemplo:

  • A candidatura a alguns cursos na área de Educação Física/Desporto está sujeita à satisfação de pré‑requisitos.
    Um estudante que não comprove a satisfação dos pré-requisitos não pode candidatar-se a esse curso.

2º Exemplo:

  • A candidatura a alguns cursos na área de Educação Musical está sujeita à comprovação de pré-requisitos que consistem na realização de provas de aptidão musical.

Para saber se a candidatura a um determinado curso num determinado estabelecimento de ensino superior está sujeita à satisfação ou realização de pré-requisitos deve consultar o estabelecimento de ensino superior.

Pode ainda ser consultado o mapa de correspondências entre pré-requisitos

  • Nos gabinetes de acesso ao ensino superior
  • Na página da Internet www.dges.mctes.pt.

A comprovação dos pré-requisitos que exigem a realização de provas de aptidão física, funcional ou vocacional (Grupos C, G, I, K, M, P, R, V, e Y) é realizada através da Ficha Pré-requisitos, a emitir pelas instituições de ensino superior que os realizam.

A Ficha Pré-requisitos 2010 conterá um código de activação que servirá para o candidato comprovar a aprovação no pré-requisito:

A satisfação dos pré-requisitos que não exijam provas de aptidão física, funcional ou vocacional e que sejam de comprovação meramente documental, são entregues pelos candidatos no acto da matrícula e inscrição no ensino superior, no par estabelecimento/curso que os exige, caso ali venham a obter colocação, sendo condição indispensável para a realização da matrícula e inscrição.

Encontram-se na situação indicada no parágrafo anterior os pré-requisitos dos Grupos A, B, D, E, F, Q e X.

10. É exigida uma classificação mínima na nota de candidatura?

As instituições de ensino superior exigem uma classificação mínima na nota de candidatura. Só podem concorrer a um determinado par estabelecimento/curso os estudantes cuja nota de candidatura a esse par seja igual ou superior a esse mínimo.

As classificações mínimas na nota de candidatura que vierem a ser exigidas para acesso a cada par estabelecimento/curso são divulgadas no Guia da Candidatura ao Ensino Superior Público e no Guia da Candidatura ao Ensino Superior Privado.

A exigência de classificação mínima na nota de candidatura é independente da exigência de um mínimo na classificação das provas de ingresso.

11. A que regras está sujeito o ingresso num curso de um estabelecimento de ensino superior privado?

O regime de acesso ao ensino superior fixado pela lei aplica-se igualmente ao ensino superior público e ao ensino superior privado.
Os estudantes que pretendam ingressar num curso de um estabelecimento de ensino superior privado estão, pois, sujeitos às mesmas regras a que estão sujeitos os candidatos ao ensino superior público.

As vagas são divulgadas no Site da Direcção-Geral do Ensino Superior (DGES), através do Guia da Candidatura - Ensino Superior Privado.

O preenchimento das vagas está sujeito a um concurso institucional, isto é, a um concurso organizado por cada estabelecimento de ensino superior privado.

Antes de se inscrever num curso de um estabelecimento de ensino superior privado verifique, através das publicações oficiais do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, ou através de contacto directo com os serviços deste Ministério, qual a situação legal do estabelecimento e curso.

12. Onde podem obter-se mais informações?

Para obter informações sobre o ensino secundário, o ensino superior e o acesso ao ensino superior pode dirigir-se:

  • Ao Centro de Informação e Relações Públicas do Ministério da Educação
    • Av. 5 de Outubro, 107 r/c 1069-081 Lisboa 
    • Telefone: +351 217 811 690  
    • Fax: +351 217 978 020
  • Aos gabinetes de acesso ao ensino superior.
  • À Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular - Júri Nacional de Exames
    • Av. 24 de Julho, 140-6º, 1399-025 Lisboa
  • À Direcção-Geral do Ensino Superior - Direcção de Serviços de Acesso ao Ensino Superior
    • Av. Duque D’Ávila, n.º 137, 1069-016 Lisboa

Para obter informações sobre os cursos do ensino superior, dos seus planos de estudo e dos pré-requisitos exigidos para acesso a cada um deles, deverá dirigir-se directamente aos estabelecimentos de ensino superior.

IRO Incoming

Procedures to go on mobility:

1st step:

  • Contact the IRO of your Home University and check if there is a bilateral agreement signed with ISCTE-IUL. In case of a positive answer you have to apply during the period of candidacy;

2nd step:

  • Your Home University has to nominate you as an exchange student(erasmus/international/Santander) to the IRO of ISCTE-IUL;

3rd step:

  • The IRO from ISCTE-IUL will contact you by e-mail and give you all the important information you need to know(how to apply; how to find the courses; deadlines; academic calendar, Portuguese Language Courses, provisional accommodation, buddy-programme,  residence, Orientation Programme, etc);

4th step:

  • After you send the application form and the documents that are requested you are considered accepted as an exchange student.

1. What if the Home University does not have a bilateral agreement?

You can contact your Home University if there is any possibility to settle an agreement, otherwise you may come as a visiting student and pay the fees according to your period of stay and cycle of studies.

2. How do I get in touch with my buddy?

The IRO will give you all the contacts of your buddy some time before your arrival.

3. What to do before my arrival?

In case you do not have a permanent place to stay you really have to book a room for a couple of days in a hostel.

4. What to do after my arrival?

You have to go to the IRO of ISCTE-IUL to get welcome packages (with SIM cards, maps, transportation form, etc) as well as other useful information.

5. How can I get accommodation?

You can apply for the ISCTE-IUL residence, but as there is a limited number of places you my have to look for a private accommodation. In this case, the IRO is available to help all the students who are seeking for accommodation after their arrival.

6. Does ISCTE-IUL offer an Orientation Programme?

Yes. We offer 2 days of Orientation that take place just before the beginning of each semester.

7. Are the Portuguese Language courses compulsory? Are they recognised by the home University? Do I have to pay for them?

The Portuguese Language courses are not compulsory and you need to ask your home University if they will recognise it and give equivalence. The courses take place in a fee paying basis.

8. Which courses are taught in English and which are taught in Portuguese?

The language of teaching is Portuguese. However, ISCTE-IUL Business School offers an extensive list of courses and programmes taught in English specially addressed to the exchange students (for further information consult: www.iepm.iscte.pt). The School of Sociology and Public Policies offers as well the International Post-Graduation on Family, Social Work and Social Policy which is run totally in English (for more information, please consult: http://www.iscte-iul.pt/internacional/cursos_programas_internacionais/em_lingua_inglesa.aspx). Each year the Institution is offering more and more courses in English so we advise you to consult the list of courses of each school.

9. What courses may I enrol for?

Even if you belong to a specific area of study you may take courses from other different areas.

10. Do I need a visa to enter in Portugal?

You will only need a visa if you belong to a country outside the EU. In this case you will need a letter of acceptance from ISCTE-IUL. Then you have to apply and ask for an interview at a Portuguese Consulate within your country. In specific cases the visa takes a long time. Therefore we advise you to take care of this matter well in advance.

11. Do I need a health insurance?

Yes, you absolutely need it. If you are an EU citizen you just need the European Health Card. Otherwise, you have to purchase insurance in a company.

12. What’s the cost of living in Lisbon? 

The average cost of living for a student which includes: housing, food, transportation, books and photocopies plus personnel expenses can reach 650 Euros. Be aware that this figure is merely indicative.